Provando "dificuldades extremas" para um parente americano com propósitos de imigração

O que o governo dos EUA reconhece como "extrema dificuldade" para fins de isenção e como prová-lo.

Se você está tentando obter um visto ou green card nos EUA, mas é bloqueado por ser inadmissível, você pode ter direito a requerer uma renúncia de certos motivos de inadmissibilidade com base nas dificuldades extremas que seu parente qualificado experimentará se você não for admitido nos Estados Unidos.

Construindo confiança

Postado Jun 05, 2019 – By Esther Wojcicki

Como criar pessoas bem sucedidas

Confie em si e confie e em seu filho.

Quantos de nós cresceram em um ambiente cheio de confiança? Não muitos. Eu tenho certeza que eu não cresci em um ambiente de confiança. Meu pai tinha total controle da família e minha mãe e eu vivíamos com medo de cruzá-lo. Muitos de nós temos dificuldade em construir confiança e podemos ser mais suscetíveis à raiva, frustração e depressão. Às vezes parece impossível confiar em nós mesmos, muito menos em nossos filhos.

Se isso soa familiar, sugiro que você anote todas as coisas negativas que seus pais disseram, todas as quebras de confiança que você experimentou, toda a dor e toda a raiva. Em seguida, analise cada um deles. Não vai ser fácil, mas vai ajuda-lo. Pergunte a si mesmo: o que seus pais disseram realmente é verdade, ou foi um comentário que veio de muita raiva que não teve nada a ver com você? Você foi culpado pelos erros em sua infância, ou você foi simplesmente parte de um sistema familiar disfuncional, sem nenhuma falha sua? Por que violações de confiança aconteceram? É porque seus pais foram criados em um ambiente curto de confiança? Como adultos, temos a capacidade de olhar para trás e ver o quão frustradas algumas declarações de nossos pais foram e perceber como nos envolvemos com as deficiências emocionais de outras pessoas. Basta fazer este trabalho de descompactar lembranças dolorosas para ver o passado com mais clareza e ter fé em si mesmo como pai.

Isso ajuda a fazer uma lista de coisas que você faz bem. Parece simples, mas escrever isso pode aumentar rapidamente a sua confiança. Todos fazem algo grandioso - absolutamente todos. Eu uso este exercício com meus alunos no início do semestre. Entrevistam-se e têm a tarefa de descobrir algo especial sobre a outra pessoa, algo em que se sobressaem. De início, as crianças são tímidas - tanto os sujeitos quanto os entrevistadores. Alguns deles estão convencidos de que não fazem nada bem, o que é um reflexo bastante trágico das experiências que tiveram na escola e em casa. Mas se os entrevistadores persistirem, e se forem criativos com suas perguntas, podem descobrir todo tipo de talentos especiais: malabarismo, passear com cães, ser uma boa irmã, ouvir.

Essas conversas criam confiança em nossa sala de aula e ajudam os alunos a se sentirem bem consigo mesmos e com sua capacidade de ter sucesso. Pode ser muito útil para os pais encontrarem pessoas que confiam em suas habilidades, assim como meus alunos confiam uns nos outros. Quem apoia você e entende que você está fazendo o melhor para sua família? Cerque-se de pessoas que construam sua confiança, mesmo quando as coisas dão errado, como inevitavelmente farão.

Não importa quais desafios enfrentamos como pais, todos podemos ver as evidências diante de nossos olhos. Olhe para seus filhos. Observe-os. Fale com eles. Eles estão felizes? Eles estão prosperando? Estamos sujeitos a tantas influências - especialmente as opiniões de outras pessoas - que nos esquecemos de simplesmente olhar para nossas famílias e ver o que está funcionando e o que não está. Se algo não estiver funcionando, você poderá alterá-lo. Avalie a situação honestamente sem se culpar ou se tornar inseguro. Todos os pais lutam. Mas lutar não significa que devemos perder a fé. Isso significa que precisamos acreditar em nós mesmos ainda mais.

Psicóloga brasileira atende imigrantes online ou pessoalmente nos EUA

A psicóloga Cláudia Ribas frisou que a depressão, mal que acomete inúmeros imigrantes, é uma condição que deve ser levada a sério

A psicóloga Cláudia Ribas frisou que a depressão, mal que acomete inúmeros imigrantes, é uma condição que deve ser levada a sério

Cláudia Ribas tem mestrado em Psicologia pela NYU e PhD honorário pela Southern California University for Professional Studies

Morando há pouco mais de 3 décadas nos EUA, a psicoterapeuta Cláudia Ribas, natural do Rio de Janeiro (RJ), atende a comunidade brasileira há aproximadamente 17 anos. Ainda na juventude, ela fez intercâmbio cultural na Califórnia, após retornar ao Brasil, a readaptação foi difícil e ela, então resolveu se radicar nos EUA. Com bacharelado pela Pontifica Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e Manhattanville College, ela concluiu um mestrado em Psicologia pela Fairfield University e outro mestrado na mesma área pela New York University (NYU). Além disso, Cláudia tem PhD honorário pela Southern California University for Professional Studies.

Com 3 anos de formação analítica, Cláudia atende os pacientes pessoalmente em seu consultório na cidade de Charlotte (NC) ou online através do DoxMe.com (Hippa). Ela trabalha com adultos (18+), adolescentes (16+). A área de especialização dela é a depressão, ansiedade, bipolaridade, problemas de relacionamentos com a família, amigos ou cônjuge, além de treinamento em adaptação a uma nova cultura e mudança de pais.

“Todos nos temos o direito de ser felizes. Sou formada na New York University e clínico há 17 anos. É uma magica ver os meus clientes crescerem e se desenvolverem para melhor. Além disso, tenho 3 anos de formação analítica, uso a técnica CBT e tenho um estilo eclético pois acredito que cada um de nós somos únicos e  uma fórmula não serve para todos”, explica ela no site www.claudiaribaslifecoaching.com.

. Imigração:

Outro campo de atuação de Ribas é a preparação do relatório psicológico para imigrantes que estão em processo de deportação e solicitam o “Deportation Waiver”, ou seja, a avaliação do impacto psicológico, material e físico que ocorreria na família, caso a pessoa seja deportada. A brasileira também é especializada em imigrantes que são residentes legais permanentes (green card)  e solicitam a isenção da entrevista em inglês durante o processo de aquisição da cidadania dos EUA e casos de asilo.  Vale frisar que o Departamento de Cidadania & Serviços Migratórios (USCIS) possui requisitos bastantes específicos no formulário N-648 (Medical Certification for Disability Exceptions), portanto, ele deve ser preenchido por um profissional qualificado e competente.

Além da psicoterapia, outra especialidade de Cláudia é o “Life Choaching”, o qual ajuda os pacientes a atingirem objetivos, melhorarem o relacionamento interpessoal, seja no ambiente de trabalho ou em casa.

“Está se sentindo ansiosa, preocupada, deprimida, exausta sem entender por quê? Está com problemas de comunicação com a família, os amigos, colegas de trabalho. A vida esta sem sentido, você não gosta mais do seu trabalho? Talvez, seja hora de procurar ajuda profissional. Juntos nos faremos essa jornada e encontraremos um caminho mais saudável, com menos pressão pra viver. Todos nos temos o direito de ser felizes”, diz Ribas em seu website (www.claudiaribaslcsw.com).

. Alerta à depressão:

Durante entrevista à reportagem do BV, Cláudia alertou que a depressão, mal que acomete inúmeros imigrantes, é uma condição que deve ser levada a sério, entretanto, por questões culturais, muitos deles têm “vergonha” de buscar ajuda profissional. A distância da família, solidão, choque cultural, barreira do idioma, dificuldades no convívio profissional, entre outros fatores, podem levar ao estado de depressão, que muitas vezes resulta em dependência química como válvula de escape ou até o suicídio.

Cláudia Ribas pode ser contatada através do tel.: (914) 261-0596 ou do e-mail: claudiaribaslcsw@gmail.com

Ansiedade !!!!!!!

5 Formas Que a Ansiedade Pode Causar Indelicadeza e Problemas Sociais

ALICE BOYES PH.D.

O que os familiares, amigos e colegas precisam saber.

As pessoas ansiosas frequentemente se preocupam em ser vistas de maneira positiva por outras pessoas. No entanto, um Ardil-22 é que a ansiedade, às vezes, pode levar a comportamentos que causam uma má impressão. O objetivo deste artigo é ajudar os familiares, amigos, colegas de trabalho e a própria pessoa ansiosa a entender melhor esses comportamentos. Também irei sugerir algumas soluções que pessoas ansiosas podem usar para minimizar esses problemas.

1. Ficar pensando sobre o que a sociedade pensa de você pode resultar em perda de oportunidades para novas conexões.

Algumas noites atrás, meu vizinho estava colocando suas decorações de Natal, e elas pareciam incríveis.  Eu queria ligar e dizer isso, mas algo me impediu. Me peguei pensando: "Eles provavelmente pensam que somos preguiçosos ou mesquinhos por não decorar quando todo mundo está fazendo."

Na realidade, com esse pensamento, eu não tinha nenhuma evidência de que meu vizinho estava pensando realmente isso, e somente cerca de metade da nossa rua coloca as decorações todo ano, não é todo mundo. E mesmo que ele pensasse dessa forma, eu ainda deveria ter ligado e elogiado a linda decoração. No momento, minha ansiedade atrapalhou a oportunidade de reforçar um vínculo social positivo com nosso vizinho.

Solução: No dia seguinte, depois que tive a chance de reformular meus pensamentos, elogiei a decoração. Como neste cenário, muitas vezes é possível voltar atrás e recuperar-se de oportunidades perdidas de fortalecer ou criar novos vínculos sociais, depois de enfrentar seus pensamentos ansiosos.

2. Perfeccionismo que leva a procrastinação e evitação pode fazer você parecer menos confiável.

Imagine o seguinte cenário: Você recebe um e-mail relacionado a trabalho de alguém que deseja impressionar. Você não tem certeza de como responder e quer que seja "perfeito", então não responde de imediato. No dia seguinte, você ainda está se sentindo ansioso sobre a melhor forma de responder, então adia novamente. À medida que os dias passam, mais difícil fica e mais envergonhado você se sente por não ter respondido antes. Agora está preocupado que a outra pessoa esteja pensando que você é desorganizado, desinteressado ou pouco profissional, o que pode ser verdade (ou não).

Solução: Concentre-se em seus valores como autor de seu comportamento. Isso às vezes torna mais fácil decidir prontamente como responder em situações interpessoais nas quais você se sente pressionado pelo perfeccionismo.

De modo geral, escolha de 1 a 3 valores fundamentais e deixe seu comportamento ser guiado por eles. Por exemplo, seus valores fundamentais podem ser autenticidade, diligência e criatividade. Como esses valores ajudam você a decidir como responder ao e-mail? Isso pode ajudar a desviar o foco sobre o que os outros estão pensando de você. Quando você age de acordo com seus próprios valores, é mais fácil deixar as coisas seguirem o seu curso natural. Ninguém pode controlar completamente as reações dos outros, mas sejam quais forem essas reações, você se sentirá melhor e mais em paz consigo mesmo se agir de acordo com seus próprios valores.

3. Sentir-se ansioso pode, por vezes, torná-lo insensível às necessidades emocionais dos outros.

A ansiedade é uma poderosa emoção. A base evolutiva disso é que ela se desenvolveu de modo a atrair nossa atenção e é difícil fugir dela. Uma maneira de isso acontecer é que, quando você é consumido pela ansiedade e pelos pensamentos ruminativos, pode parecer que lidar com seu próprio estresse é tudo o que você consegue suportar. Isso às vezes pode levar a desequilíbrios nos relacionamentos. Por exemplo, quando seu cônjuge ou parceiro chega em casa do trabalho, você pode precisar desesperadamente conversar sobre algo que está deixando você ansioso, mas isso pode acontecer no momento que seu companheiro precisa de atenção para falar sobre o seu dia ou qualquer outra coisa que esteja passando em sua mente.

Suas necessidades emocionais podem parecer mais intensas do que as dele, portanto, mais prioritárias, mas isso se torna um problema quando passa a ser rotineiro. Se a sua mente, com seus pensamentos ruminativos, estiver muito focada em um tópico fora do assunto da conversa, você pode não estar se concentrando quando os outros estão falando.

Solução: Se você tem uma relação de confiança com seu parceiro, experimente deixá-lo chamar sua atenção quando você não estiver prestando muita atenção nos seus pensamentos, prioridades e emoções à medida que for necessário. Em vez de ver o egocentrismo (autoabsorção) como uma falha de personalidade, trate-o mais como um sintoma de ansiedade e com menos julgamento.

4. Confiar demais em apenas algumas pessoas pode causar estresse nesses relacionamentos.

As pessoas ansiosas às vezes têm apenas um pequeno grupo de pessoas em quem confiam. Se é difícil para você desenvolver confiança ou se aproximar de pessoas com as quais você não se relacionou antes, isso é compreensível.

No entanto, isso às vezes pode resultar em confiar demais em apenas uma ou algumas pessoas de uma maneira que prejudique esses relacionamentos. Às vezes, as pessoas ansiosas dependem fortemente de seus parceiros, pais ou irmãos para pedir ajuda sobre alguma coisa.

De modo geral, é comum que as pessoas ansiosas evitem pedir ajuda, mas têm algumas pessoas que podem contar para ajudar na tomada de decisões, tranquilizar-se ou buscar orientação em uma área específica em que se sentem inseguras (por exemplo, com a tecnologia). 

No trabalho, uma pessoa pode ter apenas alguns relacionamentos funcionais com alguns colegas de confiança e de modo ansioso evitar outros colegas de trabalho. Isso pode limitar as oportunidades e prejudicar os relacionamentos, por exemplo, se você está sempre pedindo ajuda às mesmas pessoas e, ao mesmo tempo, evitando receber opinião de um círculo maior de pessoas. 

Solução: A principal solução para esse comportamento é reconhecê-lo e, à medida do possível, desenvolver relações de trabalho colaborativas com todos os seus colegas de trabalho. Se você acha que uma determinada pessoa provavelmente não será amigável com você, verifique se você tem alguma evidência para isso ou se seu pensamento é uma questão de medo.

5. Sentir-se ansioso pode, às vezes, deixar você exigente ou evasivo.

A ansiedade pode levar as pessoas a compensar-se demais por serem excessivas. Por exemplo, você se preocupa em atrasar-se para um voo e exige que sua família vá ao aeroporto muito mais cedo, ou algo é tão estressante que você gostaria de resolver já, mesmo que as outras pessoas envolvidas queiram lidar com isso mais tarde ou esperar para ver o que pode acontecer.

Por outro lado, pessoas ansiosas às vezes podem estar menos dispostas a perguntar diretamente o que querem.  Elas podem temer que, ao receber um não, prejudique seu relacionamento com a pessoa que pediram ajuda. Em vez disso, elas podem dar indícios ou fazer rodeios e isso pode se tornar algo frustrante para todos.

Solução: Permita que outras pessoas estabeleçam limites razoáveis quando você estiver agindo de forma realmente excessiva e, novamente, não personalize esse comportamento, mas reconheça quando sua urgência está sendo impulsionada pela ansiedade. Aproveite as oportunidades para praticar perguntando diretamente o que você quer quando o momento for apropriado.

Conclusão

A ansiedade pode manifestar-se de diferentes maneiras. Qualquer pessoa ansiosa pode demonstrar todos esses comportamentos em diferentes graus ou nenhum deles.  Para os familiares, amigos e colegas de trabalho, reconheçam que esses comportamentos impulsionados pela ansiedade podem ser extremamente difíceis de lidar para a pessoa ansiosa, especialmente se essa pessoa estiver no meio de um problema de ansiedade clínica que precise de tratamento.

A Vida Nāo e injusta, a vida é sempre justa.

A vida não é injusta, a vida é sempre justa.

 

Todos nós colocámos a pergunta: "por que eu? Por que as coisas ruins continuam acontecendo comigo? Como pode um bom Deus permitir que tais injustiças ocorram? "

 

Porcaria acontece. Nenhum de nós é imune às ocorrências aparentemente negativas que a vida pode apresentar. Em algum momento, todos nós experimentaremos a dor e o tumulto, mas devemos permanecer conscientes de que os acontecimentos da vida se tornam tragédias apenas se fizermos a decisão consciente de incriminá-los como sendo calamitoso. Podemos facilmente optar por vê-los como estando em perfeita ordem, oferecendo-nos no momento certo, oportunidades para o crescimento pessoal. Esses chamados catástrofes podem realmente se tornar a força motriz da mudança. As tempestades que encontramos, enquanto elas têm o potencial de criar turbulências incapacitantes em nossas mentes, não precisam. Felizmente, a vida é equilibrada, não só com aquelas coisas que nos levam a sofrer, mas é lindamente combinada com aquelas coisas que nos trazem prazer também. Assim, não estamos excessivamente onerados com os aspectos negativos de tais experiências.

 

A pergunta torna-se: há realmente tal coisa como uma experiência negativa? Eu não acho. Um tal chamado encontro negativo pode realmente ser uma bênção disfarçada, proporcionando forragem para o crescimento, tornando-se um catalisador para a mudança. Se pudermos aprender apenas uma pequena coisa de tal provação negativa, o encontro perde sua negatividade e se torna uma experiência positiva. A tragédia surge de experimentar algo desta natureza e não aprender com o encontro. O dom de cada um destes acontecimentos aparentemente negativos é uma ferramenta do divino que pode ajudar a nutrir a nossa evolução espiritual e progresso. Quanto mais intimidante o obstáculo, maior é o potencial para o crescimento pessoal. Da Cabala, um antigo texto místico do judaísmo, está escrito:  "são as quedas de nossa vida que fornecem a energia para impulsionar-nos a um nível muito mais elevado. "

 

Não há tempestade que dure para sempre. E apesar da escuridão das nuvens de tempestade mais assombrosa, em algum lugar o sol está brilhando. O desafio torna-se ajustar a nossa percepção de eventos o suficiente para reconhecer a presença de poderes superiores dentro da experiência.

 

Ao fazê-lo, devemos olhar além do que a mente quer julgar como bom ou ruim. Ao invés de lamentando as chamadas adversidades e tornando-se vitimadas por eles, é muito melhor escolher, em vez de ser grato por eles, abraçá-los como presentes, sabendo que dentro deles mentir pepitas importantes de conhecimento que podem promover o nosso desenvolvimento espiritual. As dificuldades que enfrentamos podem ser uma fonte de força, permitindo-nos superar as adversidades percebidas. Aceitando essa premissa, cheguei à conclusão de que mereço a mágoa. Eu sou digno das lições difíceis que me foram dadas. A pergunta para mim não se tornou "Por que eu?", Mas "Por que não eu?" É tudo para mudar o pensamento, mudar nossa perspetiva - mudar nossa perspetiva. A escolha é simples, se torne a vítima, lambendo nossas feridas enquanto resistimos. Isso resultará em turbulência perpétua, dor e imenso sofrimento. É muito melhor transcender acima do atoleiro, preferindo aceitar o dom magnânimo e crescer a partir dele.

 

A chave é exaltar nas quedas de nossas vidas. Abrace-os. Pois eles nos oferecem o meio para transformar, dando-nos o trampolim para nos elevarmos acima do tumulto, desapontamento e sofrimento, transcendendo para o lugar onde a compreensão, a iluminação e a cura completa ocorrem.

 

By Terry A Gordon DO, FACC

 

 

Depressāo

A depressão é o mais prevalente de todos os transtornos emocionais. Isso pode variar de sentimentos de tristeza a miséria e desânimo. Ele reúne uma variedade de sintomas físicos e psicológicos que juntos constituem uma síndrome.

A depressão é a experiência mais desagradável que uma pessoa pode suportar. É muito mais difícil lidar com uma doença física. As crescentes complexidades da vida moderna e a crise resultante, bem como o estresse mental e a tensão no dia-a-dia, geralmente levam a esse transtorno. Também surge da monotonia e do trabalho penoso de uma rotina diária, sem qualquer variação significativa na vida urbana. O suicídio é o maior risco em casos extremos de depressão. 
Sintomas
Nem sempre é fácil diagnosticar a depressão clinicamente. Os sintomas mais marcantes da depressão são sentimentos de aguda sensação de perda e tristeza inexplicável, perda de energia e perda de interesse. O paciente geralmente se sente cansado e não tem interesse no mundo ao seu redor. O distúrbio do sono é frequente. Normalmente, o paciente acorda deprimido às 4 horas da manhã e não consegue voltar a dormir. Outros padrões de sono perturbados são a dificuldade em adormecer ao ir para a cama à noite, pesadelos e acordar repetidamente a partir da meia-noite.
O paciente muitas vezes sofre de sentimentos de culpa e auto-absorção. Outros sintomas de depressão são: perda de apetite, tontura, coceira, náusea, agitação, irritabilidade, impotência ou frigidez, constipação, dores e dores em todo o corpo, falta de concentração e falta de poder de decisão. Algumas pessoas podem perder o interesse em comer e sofrem com a rápida perda de peso, enquanto outras podem recorrer a comidas frequentes e, como resultado, ganhar peso.
Casos de depressão grave podem ser caracterizados por baixa temperatura corporal, baixa pressão arterial, afrontamentos e tremores. As manifestações externas representam um grito de ajuda para formar a mente atormentada das pessoas deprimidas. O paciente severamente deprimido se sente inútil e finalmente é concebido que ele próprio é responsável por sua ruína e seu atual estado de desespero desamparado.
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